Nem sempre é fácil explicar o que está doendo.

Você segue com a vida, trabalha, cuida das suas relações. Há dias bons, momentos de alegria, coisas que continuam fazendo sentido. Mas também existem angústias que você não compreende bem, sentimentos contraditórios e situações que, por mais que tente fazer diferente, acabam se repetindo.

Talvez você já tenha pensado muito sobre isso. Reconhece algumas razões para o que sente, mas compreender uma dor não significa necessariamente deixar de senti-la.

Você não precisa ter tudo esclarecido para começar a falar.

A análise oferece um espaço para que essas questões sejam escutadas e trabalhadas, no seu tempo, sem respostas prontas sobre como você deveria viver.

Adriana Bachmann | Psicanalista
Atendimento on-line 

Antes de ser analista, também fui alguém atravessada por perguntas.

Minha chegada à psicanálise não aconteceu por um caminho direto. Antes dela, construí uma carreira, estudei, empreendi e busquei em diferentes áreas do conhecimento maneiras de pensar a existência humana.

Algumas perguntas, porém, continuavam me acompanhando.

Foi na minha própria experiência de análise que pude dar outro lugar a essas perguntas. Esse percurso marcou minha história e também minha escolha de me tornar psicanalista.

Neste vídeo, compartilho um pouco desse caminho e da maneira como compreendo, hoje, o trabalho que realizo.

Há muitas maneiras de chegar à análise.

Sentimentos que nem sempre conseguimos compreender

Angústias, medos, tristezas ou sentimentos contraditórios que aparecem em diferentes momentos da vida e que nem sempre conseguimos compreender.

Situações que parecem se repetir

Relações, conflitos e escolhas que, apesar das diferenças entre uma experiência e outra, acabam despertando sentimentos conhecidos.

Perguntas sobre seus desejos e suas escolhas

O que você deseja, o que já não deseja da mesma maneira e os conflitos que podem surgir quando diferentes vontades convivem.

Dificuldades nas relações

O que acontece quando você tenta dizer não, expressar um descontentamento, lidar com uma separação ou sustentar uma decisão importante.

Experiências da sua própria história

Acontecimentos, lembranças e relações que continuam tendo efeitos na maneira como você vive e se relaciona hoje.

Questões que surgem em determinados momentos da vida

Mudanças, perdas, envelhecimento, decisões e períodos em que aquilo que parecia familiar começa a despertar outras perguntas.

Como começa uma análise?

Nem sempre chegamos à primeira sessão sabendo o que dizer. Algumas pessoas trazem uma questão bastante definida. Outras começam contando o que aconteceu nos últimos dias, uma preocupação que insiste ou algo de sua história que gostariam de compreender.

Não existe uma maneira certa de começar. A análise acontece a partir daquilo que cada pessoa traz, das palavras que encontra, das associações que surgem e também das dificuldades de falar sobre certas experiências.

Meu trabalho é oferecer uma escuta atenta a essa singularidade, sem respostas prontas ou orientações sobre como você deveria viver.

Você não precisa compreender tudo o que está acontecendo para iniciar uma análise. Há perguntas que só começam a ganhar outros sentidos quando encontramos a possibilidade de falar sobre elas.

Um pouco mais sobre mim

Minha curiosidade pela existência humana sempre me levou por caminhos diferentes. Construí uma trajetória no mercado financeiro, na docência universitária e no empreendedorismo. Mas as grandes perguntas sobre a nossa existência sempre estiveram presentes.

Esse interesse me aproximou da filosofia, da história das civilizações, da espiritualidade e da cosmogênese. Participo de uma escola iniciática, onde aprofundo estudos sobre estruturas de conhecimento, redes neurais e dimensões não materiais da existência.

Minha curiosidade também me levou a conhecer 34 países, buscando compreender outras culturas, histórias e maneiras de viver.

A psicanálise ocupa um lugar particular nessa trajetória. Participo de uma estrutura de estudos contínuos, pois entendo que a formação de um analista nunca se encerra. Atualmente, também tenho me dedicado a uma pós-graduação em Neurociência e Comportamento.

Acredito que as grandes perguntas humanas não se esgotam em uma única explicação. Na clínica, é a psicanálise que orienta minha escuta, respeitando a singularidade de cada história.

Adriana Bachmann
Registro ABRAFP 4248216

Perguntas frequentes

Sim. Não é necessário ter experiência anterior com terapia ou psicanálise. A primeira sessão é uma oportunidade para começarmos a conversar sobre o que a trouxe até aqui, mesmo que você ainda não saiba exatamente por onde começar.

Não. Às vezes, o que nos incomoda aparece como uma angústia difícil de nomear, uma inquietação ou uma sensação de que algo não vai bem. Você pode começar falando do que conseguir. As palavras e as perguntas também vão surgindo ao longo da análise.

Meu trabalho não é dizer o que você deve fazer ou decidir por você. A análise convida a olhar para sua história, seus conflitos e suas escolhas, considerando sentidos que nem sempre estão claros. É uma escuta que respeita a singularidade de cada pessoa.

Não existe um prazo igual para todas as pessoas. Cada análise tem seu ritmo, suas questões e seus momentos. Algumas mudanças podem ser percebidas ao longo do caminho, mas não é possível estabelecer antecipadamente quando ou como elas acontecerão.

Os atendimentos são realizados on-line, em um ambiente reservado, onde você pode falar com privacidade e tranquilidade.

As sessões têm duração de 50 minutos e acontecem, habitualmente, semanalmente.

Os horários e demais informações sobre o atendimento são conversados individualmente, respeitando as particularidades de cada pessoa.

Você não precisa compreender tudo o que sente para começar a falar sobre isso.

Há momentos em que conseguimos perceber que algo nos inquieta, mesmo sem encontrar palavras para explicar o que está acontecendo.

Uma análise pode começar justamente aí. Não é necessário organizar previamente sua história, escolher o que é mais importante ou encontrar uma explicação para o que está vivendo. Há coisas que só começam a ganhar outros sentidos quando podemos falar sobre elas.

Comece com uma conversa

Se você deseja saber mais sobre os atendimentos, podemos conversar sobre suas dúvidas e sobre como funciona o início de uma análise.